Olha só:
O ano acabou.
Me atrevo a dizer que 2009 foi um dos anos mais difíceis da minha vida, com direito a quase tudo que pode deixar uma pessoa triste. Mas sobrevivi e, vejam, bem, tô quase saudável.
Num rompante de otimismo, faço planos pro ano que tá ali, vestindo fraldas e promete chegar com um pouco de tranquilidade. Já me desliguei da velha história de cor de roupa na virada, então, por favor, quem me vir, não pense que quero isso ou aquilo pela cor da minha blusa - ou vestido, já que não faço ideia do que usarei -, porque o que eu quero, mesmo, não vou dizer pra ninguém. Vai ficar guardadinho aqui, feito semente no solo do cerrado. Depois que pegar fogo e começar a brotar, a gente descobre o que é.
E por mais cafona que pareça, vou brincar de Oscar e agradecer pelo prêmio: a companhia - inestimável, podem acrediter - que a gangue do blog me proporcionou. Os [sor]risos quando tudo parecia querer desmoronar, as lágrimas com comentário mais que bonitos, as sacadas geniais, os novos amigos, os que reapereceram, os que nunca foram embora. Cês fazem meus dias melhores, mais bonitos, mesmo. Cada um com sua cor. Brigada, gente. De verdade.
A outra cafonice é dizer que eu desejo pra vocês um ano bom. Mais leve.
Gostoso feito uma porção generosa de cerejas fescas.
E, doismiledez, fazfavor de chegar dando voadeira nos peito desse aninho de merda.
Grata.




